01Serviço · Cultura
Cultura e Operação com IAA empresa inteira trabalhando com IA.
Levamos a IA para o trabalho de cada área e de cada nível, a partir dos desafios reais da empresa, até que as pessoas construam as próprias soluções. E escrevemos com cada área como a empresa trabalha, para que o trabalho repetitivo de cada papel vá para um agente e a decisão fique com quem aprova.

O que chega
- Um plano de trilhas por área e por nível
- Uma política de uso de IA por área
- Agentes rodando no trabalho de cada papel, com a decisão humana onde ela é exigida
Como se contrataCiclos contínuos de cultura, e um projeto de agentes por papel.
02Para quem é
Reconhece alguma destas situações?
- A empresa liberou a ferramenta, fez um treinamento, e a IA ficou com quem já sabia usar.
- Cada área usa IA de um jeito, e ninguém sabe que dado está entrando em qual ferramenta.
- Cada área repete à mão o trabalho que não pede decisão de ninguém: responder a mesma pergunta, copiar dado de um sistema para outro, conferir o mesmo documento.
- Quando alguém tenta automatizar, o agente erra onde qualquer pessoa de dentro acertaria, porque ninguém escreveu como a empresa trabalha.
Quando o conselho perguntar o que a empresa ganhou com o investimento, quem responde é você.
03Ao final
Como a empresa fica quando o trabalho termina.
As pessoas de cada área usam IA no trabalho da semana, e não só quem já sabia usar.
Cada área sabe que ferramenta usar, para quê, e que dado nunca entra nela.
O trabalho repetitivo de cada papel roda com um agente, e a decisão continua com quem aprova.
04Em vez de
O que se costuma tentar antes, e onde para.
Liberar a ferramenta e esperar a adoção
Onde para
O uso fica com quem já sabia usar.
Um treinamento geral para a empresa inteira
Onde para
Ensina a ferramenta, e não o trabalho de cada papel, e o hábito some na semana seguinte.
Cada área automatizar por conta própria
Onde para
Nasce um agente por pessoa, sem dono, sem limite e sem política de uso.
05No seu mercado
O mesmo problema, com o nome que ele tem no seu setor.

Mercado Imobiliário
Cobrança, análise de crédito e relação com o investidor usam IA cada uma do seu jeito, e ninguém sabe se o contrato do comprador entrou numa ferramenta que a política não prevê. Conferir qual base da carteira está certa se repete toda semana; decidir o crédito continua com quem aprova.

Terceiro Setor
Captação e marketing usam IA em campanhas diferentes, e o que o doador disse na pesquisa continua num arquivo que ninguém lê. Conferir a cobrança recusada do doador recorrente se repete todo mês; decidir a campanha de reativação continua com quem aprova.

Franquias e Redes de Varejo
Operações, expansão e controladoria usam IA de jeitos diferentes, e a planilha de cada unidade vai para a ferramenta que cada pessoa escolheu. Conferir o fechamento de caixa loja por loja se repete todo dia; decidir a auditoria de um franqueado continua com quem aprova.
06A proposta
Duas formas de contratar, e elas se completam.
Um módulo cuida das pessoas e do hábito; o outro, do trabalho de cada papel. Vocês podem começar por qualquer um.
Contratando os dois
A solução que nasce numa oficina ou num hackathon sai com dono, próximo passo e destino. Quando o destino é um agente para um papel, ele é construído no módulo de agentes.
07Módulo 1
Cultura de IA na Empresa
Para quando a IA ficou com poucas pessoas e cada área usa de um jeito.
Um diagnóstico de algumas semanas abre o primeiro ciclo. Depois, ciclos de três meses com mentoria individual para quem decide, oficinas, facilitações e hackathons sobre desafios da própria empresa, e treinamento online periódico.
Entrega
O que fica com vocês
Antes do primeiro evento
- Um diagnóstico de uso de IA por área e por nível, feito com pesquisa e entrevistas
- Um mapa dos desafios reais de cada área, em ordem de prioridade para os eventos
- Um plano de trilhas por área e por nível, com o formato de cada etapa
Ver os demais
- Uma política de uso de IA por área: que ferramenta cada pessoa usa, para quê, e o que nunca entra nela
Em cada evento
- Um roteiro por evento, com os desafios e o material
- As soluções construídas nas oficinas e nos hackathons, cada uma com dono nomeado, próximo passo registrado e destino: agente de um papel, aplicação ou produto
Para quem decide
- Um registro de decisão por ciclo, com as alternativas descartadas
- Um critério escrito para encerrar uma iniciativa que não se sustenta
- A leitura técnica, por escrito, das propostas de fornecedor
Para o uso continuar
- O material do treinamento online de cada trilha, que fica com o time
- Uma biblioteca de prompts e casos de uso por área, mantida pelos pontos focais
- Uma rede de pontos focais por área: pessoas de vocês preparadas para sustentar o uso entre um evento e outro
Ver os demais
- Um relatório de adoção por ciclo, por área e por nível
Etapas
Como funciona, etapa por etapa
Etapa 1: Pesquisa e diagnóstico
Medimos como cada área e cada nível usa IA hoje, entrevistamos quem faz o trabalho e levantamos os desafios reais que viram material dos eventos.
Termina quando cada área e cada nível tem o retrato do uso de hoje e os desafios reais levantados.
Etapa 2: Plano de trilhas
Cada trilha recebe um formato e uma política de uso. A diretoria aprova o plano antes do primeiro evento.
Termina quando a diretoria aprova o plano de trilhas e a política de uso.
Nada avança sem a aprovação de vocês.
Etapa 3: Mentoria, oficinas e hackathons
Mentoria individual para quem decide; oficinas, facilitações e hackathons sobre os desafios reais da área. Quem constrói é o seu time; nós preparamos, facilitamos e reprovamos o que não passa no critério da trilha.
Termina quando as soluções construídas no evento saem com dono, próximo passo e destino.
Etapa 4: Entre um evento e outro
Treinamento online periódico sobre os casos de uso da trilha, a partir do que cada pessoa construiu desde o último encontro.
Termina quando cada pessoa leva o caso de uso da trilha para o trabalho da semana.
Etapa 5: Medição e novo ciclo
Medimos a adoção por área e por nível, e o ciclo seguinte começa onde ela não pegou.
Termina quando a adoção está medida por área e por nível, e o próximo ciclo tem ponto de partida.
Participação
Quem do seu time participa
- Um patrocinador na diretoria
- Um ponto focal por área
- As pessoas de cada nível, nos eventos da trilha delas
Medição
Como se sabe que funcionou
Medido na operação de vocês, antes e depois.
- Pessoas que usam IA no trabalho da semana, por área e por nível, antes e depois
- Áreas sem nenhuma pessoa de referência no uso de IA
- Soluções construídas pelas próprias pessoas que continuam em uso depois do evento que as originou
- Desafios levados a hackathon que chegam à operação
- Pessoas que levaram dado de cliente a uma ferramenta que a política não prevê
- Decisões de IA levadas a um ciclo e fechadas dentro dele
- Iniciativas encerradas por não passarem no próprio critério declarado
- Registros de decisão que um sucessor lê sem precisar perguntar a ninguém
08Módulo 2
Implantação de Agentes por Papel
Para quando o trabalho repetitivo de cada papel já está à vista e a IA não sabe como a empresa trabalha.
Um projeto em cinco etapas, da auditoria do trabalho de cada papel à passagem para a área, com o desenho do time de agentes aprovado antes da construção.
Entrega
O que fica com vocês
O trabalho, separado
- Um inventário do trabalho de cada papel, separando o que é repetição do que é decisão
A operação, escrita
- Um glossário da empresa, com uma definição por termo, lido do mesmo jeito por pessoas e por agentes
- O desenho passo a passo dos processos críticos, com o ponto em que cada um espera decisão humana (BPMN)
- Uma matriz por processo de quem executa, quem aprova, quem é consultado e quem é informado (RACI)
Ver os demais
- Um documento de contexto que o agente de cada papel lê antes de agir
Os agentes
- O desenho do time de agentes, com o que cada um lê, as ferramentas que pode usar e o ponto em que devolve para a pessoa
- Agentes rodando no trabalho de cada papel, com a decisão humana mantida onde ela é exigida
- O limite que barra a ação que o mapa de decisão reserva a uma pessoa e a devolve para ela (guardrail)
A prova e a passagem
- Um relatório de antes e depois, com os indicadores medidos na operação de vocês
- Um manual de operação por agente, com dono nomeado na área (runbook)
Etapas
Como funciona, etapa por etapa
Etapa 1: Auditoria por papel
Em cada papel separamos a tarefa que se repete da que exige decisão humana, a partir de entrevistas e dos documentos do dia a dia.
Termina quando cada papel tem o inventário do que se repete e do que exige decisão.
Etapa 2: A operação escrita
Escrevemos com cada área como a empresa opera: o glossário, os processos críticos passo a passo e quem executa, aprova, é consultado e é informado.
Termina quando cada processo crítico está escrito, com quem executa e quem aprova.
Etapa 3: Desenho do time de agentes
O que só se executa pode ir para um agente; o que se aprova fica com uma pessoa. A diretoria aprova o desenho antes da construção.
Termina quando a diretoria aprova o desenho do time de agentes.
Nada avança sem a aprovação de vocês.
Etapa 4: Construção com quem ocupa o papel
Cada agente é construído com quem ocupa aquele papel, sobre o trabalho real dele.
Termina quando cada agente roda no trabalho do papel, com quem o ocupa.
Detalhe técnico
Cada agente declara o que precisa ler, as ferramentas que pode usar e o ponto em que devolve para uma pessoa.
Etapa 5: Medição e passagem
Medimos de novo, na operação de vocês, o que medimos na auditoria, e cada agente passa para um dono na área.
Termina quando cada agente tem um dono na área e o antes e depois está medido.
Nenhum número nosso entra nessa conta, e é isso que torna o resultado defensável lá em cima.
Participação
Quem do seu time participa
- Um patrocinador
- Um ponto focal por área no mapeamento
- Uma pessoa de cada papel auditado, construindo junto
Medição
Como se sabe que funcionou
Medido na operação de vocês, antes e depois.
- Horas por semana de cada papel em tarefa repetitiva, antes e depois
- Tarefas repetitivas do inventário que passaram a ser feitas por agente, sobre o total do inventário
- Casos que o agente devolve para a pessoa, e quantos deles eram de fato decisão
- Decisões reservadas a uma pessoa que um agente executou sem devolver
- Termos que duas áreas definem de formas diferentes, antes e depois
- Agentes ajustados pela própria área depois da passagem
09Depois da entrega
O que continua rodando sem nós.
Os ciclos de cultura continuam enquanto a adoção pedir, e cada um começa onde a adoção não pegou no anterior. Cada agente fica com um dono na área e um manual de operação, e o ponto focal de cada área mantém a biblioteca de casos de uso.
10Perguntas
Perguntas frequentes
Vocês fazem o trabalho por nós?
Quem constrói é o seu time. Nas oficinas, nós preparamos, facilitamos e reprovamos o que não passa no critério da trilha. Nos agentes, cada um é construído junto com quem ocupa aquele papel, e passa para um dono na área.
O agente vai decidir no lugar das pessoas?
O agente fica com a tarefa que só se executa. O que alguém aprova continua com essa pessoa, e um limite escrito barra a ação e a devolve para ela. Quem decide o que é de quem é a matriz de cada processo, feita com a própria área.
E o dado dos nossos clientes nas ferramentas de IA?
Tudo acontece dentro de uma política de uso por área, que diz que ferramenta cada pessoa usa, para quê, e o que nunca entra nela. Medimos quantas pessoas levaram dado de cliente a uma ferramenta que a política não prevê.
Por onde começamos: cultura ou agentes?
Se a IA ficou com poucas pessoas, a cultura vem primeiro. Se o trabalho repetitivo de um papel já está à vista, os agentes podem vir primeiro. As soluções que nascem nas oficinas e viram agente seguem para o módulo de agentes.
11Outros serviços
Os outros serviços da casa
12Contato
Mostre onde a IA parou
Conte quais áreas já usam IA e onde ela parou na ferramenta. Quem responde é Giulliano Soares.
- Fale com o microfone ligado
- Escreva quando preferir
- O contato fica registrado ao final
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