Cada capacidade aponta para a decisão que ela move, e traz o trabalho que a prova.
Desenho onde o dado vive e quem pode fazer o quê com ele: as camadas de Data Lake, Warehouse e Lakehouse, os pipelines entre elas e o framework de conformidade e segurança que governa o conjunto. Esse framework responde à LGPD no Brasil e ao GDPR na Europa.
Faço uma empresa inteira trabalhar com IA, não só a engenharia: de um lado mentoria, treino, workshop e hackathon sobre os desafios reais da empresa; do outro, a operação escrita, com cada processo, cada papel e quem decide, para que o trabalho repetitivo de um papel possa ir para um agente e a decisão fique com quem aprova. É a parte que decide se um investimento em IA vira hábito ou continua piloto.
Escrevo o harness no DDC Framework dentro do qual uma empresa constrói software com IA, e o núcleo agêntico sobre o qual os produtos dela rodam. Levo um produto do discovery ao delivery em incrementos, e faço o mesmo com a operação que o vende: o que entra no roadmap, o custo de operar, como é precificado e como chega ao cliente, e então o sistema em si, com agentes e modelos de linguagem que fazem trabalho de verdade. A entrega é a coisa rodando, não uma apresentação sobre ela.